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sábado, 6 de julho de 2019

Mega Sena é o pior de todos os jogos lotéricos


- Por que o  jogo da Mega Sena é péssimo para apostas?  

Considerado um dos jogos de maiores premiações pela Caixa Econômica Federal, a Mega Sena ė um dos jogos mais disputados entre os apostadores. Boa causa disso é por causa da alta premiação que ela provém, em especial, a Mega Sena de Ano Novo que costuma em média ter prêmios entre os 150 a 200 milhões de reais.

Vamos dar algumas razões por que a Mega Sena é um péssimo jogo para apostas simples ou de baixo valor. Isso não é nenhuma crítica em relação ao jogo em si, mas sim do mito que criaram em relação a ela.

A Mega Sena, devido a sua alta demanda e publicidade, outros jogos , bem melhores e mais fáceis de acertar, ficam fora de evidências:

1. Alto custo

É um dos jogos mais caro da categoria com uma aposta simples, custando nesse momento o valor de R$ 3,50. Com esse valor temos dificuldade em fazer esquemas de combinações simples ou algo do gênero, pois esbarramos no fator custo por jogo versus fator de premiação.

2. Probabilidade de premiação

Das 60 dezenas só podemos marcar 6, tendo uma probabilidade de 1 a cada 50.063.860 milhões. Com uma aposta comum em tese suas chances são praticamente zero.

3. Poucas dezenas de apostas

Apesar da Mega Sena permitir marcar até 15 dezenas no volante, tendo assim um alto valor de aposta que torna inviável para um apostador comum, a aposta simples de apenas 6 dezenas, deixa praticamente um buraco. Mesmo com esquemas de grupos que ajuda neste sentido, ainda temos em tese uma grande chance de perder algumas dezenas, fazendo assim nosso jogo perder as chances de premiações.

4. Rateio de premiação mínimo

A Mega Sena tem premiações de quadra, quina e sena. Porém devido alta complexidade do jogo, um terno ajudaria e muito neste sentido, pois assim teríamos boas chances com as matrizes de um jogo de baixo valor para um rateio desse tipo.

5. Alta demanda

Sim, sua alta demanda prejudica os outros jogos, pois mesmo sendo difícil ainda temos uma boa porcentagem sendo direcionado apenas para a Mega Sena. Assim jogos excelentes como a Lotofácil tem baixa adesão, tendo assim um valor de premiação abaixo do esperado. 

Na regra final quem dita esses valores é a "sociedade", porém quando damos preferência para um jogo criamos uma lacuna de monopólio, tirando assim poucas vantagens de outras oportunidades.

Mas afinal, qual é a chance de uma pessoa ganhar jogando apenas uma cartela preenchida com seis números?

Quais as chances de acertar os números da Mega-Sena?

As chances de acerto dos seis números são calculadas através de uma combinação simples de sessenta elementos tomados seis a seis, C60,6. 

Os possíveis números de combinações são calculados de acordo com a seguinte expressão matemática:

Cn,p =       n!      
            p!(n - p)!

Lembrando que combinações simples são agrupamentos de elementos distintos que se diferem entre si pela natureza dos elementos. Nos cálculos envolvendo combinações utilizamos o fatorial de um número natural que consiste na multiplicação desse número por todos os seus antecessores até o número um, por exemplo: 4! = 4*3*2*1 = 24.

Dessa forma, vamos calcular as possíveis combinações existentes na Mega Sena:

C60,6 =       60!        ⇒     60!    ⇒     60*59*58*57*56*55*54!    ⇒
6!(60 - 6)!          6!54!                          6!54!
C60,6 =      60*59*58*57*56*55      ⇒ 
6*5*4*3*2*1
 C60,6 =      36.045.979.200      ⇒ 50.063.860
720

Sim, para acertar as 6 tão sonhadas dezenas, na Mega Sena suas chances são de 1 em 50.063.860., ou seja, é mais fácil um raio acertar sua cabeça, do que você ganhar com a aposta mínima.

Existem 50.063.860 (cinquenta milhões sessenta e três mil oitocentos e sessenta) modos diferentes de se escolher os seis números de 1 a 60.

Veja algumas possíveis combinações:

As chances de uma pessoa acertar apostando apenas um cartela simples é de 1 em 50.063.860, isto corresponde a 1/50.063.860 = 0,00000002 que corresponde a 0,000002%.

- Então, qual seria uma das melhores opções atualmente? 

A lotofácil é uma das mais previsíveis de acertos, seguindo-se as estatísticas e esquemas dos jogos anteriores.

Veja algumas dicas para poder jogar mais tranquilamente:

“Segundo estudos das 15 dezenas premiadas, 9 são repetidas do sorteio anterior em 50% dos casos”.

Sim, não deixa de ser verdade…mas, esta informação é quase que inútil. Existem apenas 25 dezenas, se você dividir em dois grupos, um com 10 e outro com 15, as dezenas premiadas seguirão o mesmo padrão citado.

Qualquer 15 dezenas escolhidas ao léu terá mais números sorteados do que as 10 restantes, pelo menos na maioria dos casos.

Jogando com dezenas fixas:

Jogar com dezenas fixas, por exemplo, é determinar uma certa quantidade de números fixos onde as dezenas restantes serão desdobradas de forma a garantir um certo números de acertos caso as suas dezenas fixas sejam sorteadas entre as 15 do concurso. Não esqueça de que você não deve escolher entre as fixas, números sequenciais. Ex.: 1-2-3-4-5. Já que até mesmo a sequência de 1 à 5 saiu poucas vezes. É uma boa técnica que proporciona ótimas chances de sucesso.

Na lista abaixo você confere na ordem da mais fácil para a mais difícil, considerando a aposta mínima de cada loteria:

1 – DiadeSorte. ...
2 – Lotofácil. ...
3 -  Loteca. ...
4 – Lotogol. ...
5 – Lotomania. ...
6 – DuplaSena. ...
7 – Quina. ...
8 – Timemania. ...
9 – MegaSena. 

sábado, 5 de agosto de 2017

VIDA - AS COISAS MAIS IMPORTANTES DA VIDA

  • Um professor de filosofia entra na classe e, sem dizer uma só palavra, pega um pote de vidro grande e vazio, e começa a enchê-lo com bolas de golf.
Em seguida, pergunta aos seus alunos se o frasco estava cheio e imediatamente todos disseram que sim.

O professor pega então várias bolinhas de gude e as coloca dentro do pote.

As bolas de gude preenchem todos os espaços vazios entre as bolas de golf.

O professor volta a perguntar se o pote estava cheio e ouve de seus alunos que agora sim o pote estava cheio. Em seguida, ele pega uma caixa de areia e a esvazia dentro do pote. A areia preencheu os espaços vazios que ainda restavam e ele perguntou novamente aos alunos, que responderam que o pote agora estava cheio. O professor pega seu copo de café e o derrama sobre o pote umedecendo a areia. Os estudantes riam da situação, quando o professor falou:

“Quero que entendam que o pote de vidro representa nossas vidas. As bolas de golf são os elementos mais importantes, com a família e os amigos, com os quais nossas vidas estariam cheias e repletas de felicidade.

As bolinhas de gude são as outras coisas que importam: o trabalho, a casa, o carro, etc.

A areia representa as pequenas coisas. Mas se tivéssemos colocado a areia primeiro, poderia não haver espaço para as bolas de golf e para as de gude. O mesmo ocorre em nossas vidas: se gastamos todo nosso tempo e energia com as pequenas coisas nunca teremos lugar para as coisas realmente importantes. Prestem atenção nas coisas que são primordiais para a sua felicidade.

Brinquem com seus filhos, saiam para se divertir com a família e com os amigos, dediquem tempo a vocês mesmos, busquem o conhecimento, estudem, pratiquem seu esporte favorito. Sempre haverá tempo para as outras coisas, mas ocupem-se das bolas de golf em primeiro lugar. O resto é apenas areia.”

Um aluno se levantou e perguntou o que significava o café. O professor respondeu:

“Que bom que me fizestes esta pergunta, pois o café serve apenas para demonstrar que não importa quão ocupado você esteja, sempre haverá tempo para tomar um café com um amigo.”
  • osegredo.com.br

quarta-feira, 8 de março de 2017

PRECONCEITOS SÃO COMO ILUSÃO DE ÓTICA ...

  • Ação por amor sem preconceito emociona pessoas nos EUA
  • No dia de São Valentim, 14 de fevereiro, o dia dos namorados nos Estados Unidos, o Ad Council, organização norte-americana sem fins lucrativos ligada a publicidade e propaganda, instalou um telão de raio-x em Santa Monica, na Califórnia. 
  • A ação fez parte da campanha Diversity & Inclusion - Love Has no Labels (Diversidade e Inclusão - O amor não tem rótulos, em tradução livre), que tem como objetivo mostrar que o amor não tem preconceitos.
Na imagem gigante era possível ver os esqueletos interagindo com beijos e abraços. No final, as pessoas que estavam por trás da tela apareciam e, pela surpresa do público, nem sempre eram o que elas esperavam.

domingo, 22 de janeiro de 2017

FILMES - Pronta Para Amar - Dublado


  • Sinopse e detalhes:
Nova Orleans. Marley Corbett (Kate Hudson) é uma jovem divertida que tem medo de se entregar completamente em um relacionamento. Ela tenta usar o humor para impedir que os problemas se agravem, mas é pega de surpresa quando, ao visitar o médico Julian Goldstein (Gael García Bernal), descobre que está com uma doença grave.

O que você faria se estivesse com os dias contados? “Pronta para Amar” (“A Little Bit of Hea­ven”), história de uma publicitária, Marley Corbett (Kate Hudson, de “Como Perder Um Ho­mem em 10 Dias”), que se apai­xona por seu médico, o charmoso Julian Goldstein (Gael García Bernal, de “Diários de Motocicleta”). Os dois se conhe­cem depois de ela saber que tem uma doença irreversível.
 
Porém, até que o amor che­gue (daí o nome do filme em portu­guês, ou seja, até que ela esteja pron­ta para amar), Marley vai fa­zer o discurso que está em moda em Hollywood (vide “Amor Sem Compromisso”, “Amor e Outras Drogas” e “Amizade Co­lo­rida”): “não pre­­ciso de nin­guém para ser feliz”, “posso fa­zer sexo casual sem me apaixonar”, “não me vejo ca­sa­da, principalmente do modo tra­dicional”, tal como diz, no iní­cio da fita, em narração em off, por­que não quer o matrimônio tal como acontece nos contos de fada.
 
Isso porque ela tem um amigo gay, Peter (Romany Malco), com quem pode sair para dar risada, conversar e, quando tem vontade de transar, seu celular tem o nome de alguns parceiros, ainda que uma de suas amigas, Renee (Rosemarie DeWitt), que é casada, tem uma filha e está a espera de outro, torça para que ela se apaixone de verdade. Já a outra amiga, Sarah (Lucy Punch), que é artista plástica e colega na agên­cia de propaganda, dá a força que ela precisa, deixando-a ser ela mesma.
 
Marley faz reflexões sobre a vida, discute sobre o fato de não acreditar em Deus, por exem­plo, e, por isso, sentir inveja das pessoas que acreditam, “pois essas não têm medo de as coisas acontecerem”. De­us, pra ela, aliás, é representado pela atriz Whoopi Goldberg, que faz o papel dela mesma.
 
E é quando sente uma dor no corpo que a comédia ro­mântica vira drama. É aí que ela vai procurar o médico e o longa-metragem começa a ter outro rumo, pois é por ele que ela virá a se apaixonar.
 
No quesito drama, este filme remete a dois outros: “Doce Novembro” (“Sweet November”, 2001), no qual a protagonista, Charlize Theron, vai contando os dias para morrer enquanto vive o amor juntamente com o personagem vivido por Keanu Reeves, e “Lado a Lado” (“Stepmom”, 1998), com Julia Roberts e Susan Sarandon nos papéis principais, também lutando contra o câncer.
 
É com bom humor que a personagem de Kate vai enfrentar seu diagnóstico, embora o espectador possa não entender sua reação, já que se trata de uma situação extremamente delicada. Seria o fato de encarar as más notícias com felicidade, já que não há meio de revertê-las. Talvez seja uma maneira parti­cular de enfrentar a vida, e de fa­zer cada um aprender a viver a seu modo.
 
Dirigido por Nicole Kassell (“O Lenhador”) e baseado em roteiro original de Gren Wells, “Pronta para Amar” não mede as consequências que os atos terão em cada personagem e também quanto a reação do público. Até porque o choro vem fácil e é inevitável. Portanto, cada um deve ter em mente seu nível de sensibilidade ao assistir este filme, pois há cenas realmente incontroláveis
  • - É pra rir e para chorar ...
Não tem jeito. O resultado positivo das bilheterias faz com que muitos estúdios, produtores e até distribuidores optem por "vender" um filme como comédia romântica. Mas e se o conteúdo da obra tem uma carga dramática? Esconda. Essa parece ter sido a opção para esse título, que embora conte com atores acostumados a fazer rir, tem drama de montão. 

Marley Corbett (Kate Hudson) é uma publicitária bem sucedida, safadinha por natureza e rainha do sexo casual por uma única razão: não acredita no amor para sempre. Cercada de amigos que curtem seu jeito especial de ser, ela foi duplamente surpreendida ao fazer um exame de saúde: conheceu um simpático médico (Gael Garcia Bernal) todo anjelical e - pasme - entrou em contato com Deus (Whoopie Goldberg), que a avisou da gravidade de sua doença.
 
Na abertura, uma trilha típica do gênero situa o espectador no clima pra cima, apresentando personagens, a farra e unidade entre eles, mas na medida em que a história avança, esse colorido dá espaço para tons menos vivos e um preto-e-branco menos cool bate à porta da protagonista. É quando você descobre que a descrença dela em relação aos laços afetivos tem origem em casa, pois seus pais (Kathy Bates e Treat Williams desperdiçados) não se dão bem. Para piorar, uma das amigas (a boa Rosemarie DeWitt) está grávida, fazendo o delicado contraponto de que um está chegando enquanto o outro está partindo. Tristeza, alegria... qual sentimento prevalece? Mesmo dando continuidade ao jeitão dela de tocar a vida, a proximidade com a morte pesa na maioria das vezes, reduzindo a capacidade de rir e até tendenciando para um lado piegas. O roteiro insere romance, com estrela sem maquiagem e astro com derrière a mostra, além de esperança na luta contra o câncer, mas rola um humor (bizarro) com relação a região afetada.

A sequência com o anão Pedacinho de Céu, cujo nome em inglês A Little Bit of Heaven) (Um pedacinho do céu) é o título original do filme, é altamente (sem trocadilho) de mau gosto. E este flerte com a bizarrice é uma constante, como revelam sequências envolvendo personagens travestis, transformistas e até piadinha com o "casal "Sigfried e Roy", mágicos de Las Vegas. No embalo de boas canções (tem até Bates cantando "Mercedes Benz", de Janis Joplin) e por conta da avalanche de situações, não será difícil o espectador ficar confuso com o andamento da trama, que descamba para o dramalhão, reforçando a tese inicial do gênero errado. 

Nessa salada de sentimentos, fica a certeza de que a dificuldade de se expressar nunca deve impedir que o amor se manifeste e seja sempre possível uma reconciliação. Permanece a dúvida se o filme é para rir ou, se é também, para chorar.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

FILMES - A Menina e o Porquinho - Dublado


  • Sinopse: 


Uma história de lealdade, confiança e renúncia ganha vida neste filme, uma adaptação do clássico infantil -  A Menina e o Porquinho, Fern (Dakota Fanning) é uma das poucas pessoas a perceber que o porquinho Wilbur (Dominic Scott Kay) é um animal muito especial. Com seu carinho e atenção ela ajuda a tornar Wilbur, que era o menor dos irmãos, em um porco vistoso e radiante.

A filha de um fazendeiro está determinada a salvar o leitão nanico Wilbur do machado de seu pai. Seu tio concorda em abrigá-lo em seu celeiro, mas ela não percebe que ele está sendo mantido lá apenas até o Natal.

Quando se muda para um novo celeiro, Wilbur faz amizade com a aranha Charlotte (Julia Roberts). Os laços de amizade dos dois fazem com que os demais animais vivam como se fizessem parte de uma família. Porém quando surge a notícia de que Wilbur em breve será morto, Charlotte busca um meio de convencer o fazendeiro que ele merece ser salvo. Ela percebe o perigo e, usando seu extenso vocabulário, inventa um plano para salvar Wilbur, tecendo cinco palavras milagrosas em sua teia e ensinando a ele e aos outros animais lições sobre a amizade, a confiança e o amor.
  • FICHA TÉCNICA DO FILME
Título Original: Charlotte's Web

Elenco: Kevin Anderson, Robyn Arthur, Louis Corbett, Siobhan Fallon, Dakota Fanning, Julian O'donnell/
Elenco de dublagem: Fern: Victoria Ficher/ Charlotte: A. Cavatica 
- Voz: Miriam Ficher/ Wilbur 
- Voz: Matheus Périssé/ Gussy 
- Voz: Juraciára Diácovo/ Templeton 
- Voz: Marco Antônio Costa/ Bitsy 
- Voz: Nádia Carvalho/ Elwyn 
- Voz: Alexandre Moreno/ Betsy 
- Voz: Geisa Vidal / Samuel 
- Voz: Júlio Chaves/ Brooks 
- Voz: Marcelo Torreão/ Ike 
- Voz: Dário De Castro/ Golly 
- Voz: Pádua Moreira/ Hommer 
Zuckerman: Eduardo Borgerth/

 Sra. Zuckerman: Carla Pompilio/ 
Sr. Arable: Eduardo Dascar/ 
Sra. Arable: Aline Ghezzi/ 
Dr. Dorian: Mário Tupinambá/ 
Avery: Erick Bougleux/ 
 Narrador: Marco Ribeiro/ 
Locutor: Luiz Feier Motta
 Direção: Gary Winic
 Nacionalidade: Alemã, americana
 Gênero: Comédia
  • Download:
1 - A Menina e o Porquinho - Dublado
https://app.box.com/s/lpnw8mf8jiupow8fkcegkbqf8tkbh50z
2 - A Menina e o Porquinho - Dublado
https://app.box.com/s/f7plmc7bqo2icfx5fahyktd20jwt861u
3 - A Menina e o Porquinho - Dublado
https://app.box.com/s/53xs9ytv3x1mlt5rzbf1get4ae0ymcua
4 - A Menina e o Porquinho - Dublado
https://app.box.com/s/sxzcau5pifvgofg3040ckcmo9pj4nxyw
5 - A Menina e o Porquinho - Dublado
https://app.box.com/s/qofw3fqkqfc7i4caij12pmola79fkuvj

sábado, 26 de novembro de 2016

FILMES - A Culpa é das Estrelas - Dublado


  • Sinopse Do Filme:
Diagnosticada com câncer, a adolescente Hazel Grace Lancaster (Shailene Woodley) se mantém viva graças a uma droga experimental. Após passar anos lutando com a doença, ela é forçada pelos pais a participar de um grupo de apoio cristão. Lá, conhece Augustus Waters (Ansel Elgort), um rapaz que também sofre com câncer. Os dois possuem visões muito diferentes de suas doenças: Hazel preocupa-se apenas com a dor que poderá causar aos outros, já Augustus sonha em deixar a sua própria marca no mundo. Apesar das diferenças, eles se apaixonam. Juntos, atravessam os principais conflitos da adolescência  e do primeiro amor, enquanto lutam para se manter otimistas e fortes um para o outro.
  • E-BOOKS - A Culpa é das Estrelas - John Green

domingo, 21 de agosto de 2016

FILME - MÃOS TALENTOSAS - Dublado


  • Filme: Mãos Talentosas (A História de Ben Carson)
Direção:  Thomas Carter

Elenco: Cuba Gooding Jr., Kimberly Elise, Aunjanue Ellis

Gênero: Drama , Biografia

Duração: 95 min
  • Sinopse:
Baseado em uma história real sobre Dr. Ben Carson, O filme conta a história do menino pobre que se tornou neurocirurgião de fama mundial.

Ben Carson era um menino pobre de Detroit, desmotivado, que tirava notas baixas na escola. Entretanto, aos 33 anos, ele se tornou o diretor do Centro de Neurologia Pediátrica do Hospital Universitário Johns Hopkins, em Baltimore, EUA.

Dirigido por Thomas Carter e produzido pela Sony Pictures, "Mãos talentosas – A história de Ben Carson" conta a trajetória de Benjamin Carson, diretor do departamento de Neurocirurgia Pediátrica do hospital Johns Hopkins.

O jovem Ben Carson não tinha muita chance. Menino pobre, negro, filho de mãe separada e analfabeta, Ben era um aluno com baixíssimo rendimento, que sofria preconceito por parte de seus colegas e que se achava completamente incapaz de ser e conseguir algo na vida.

A mãe – uma mulher cristã, analfabeta e divorciada (devido a bigamia do esposo com quem havia se casado aos 13 anos) – decide empenhar todo o esforço para ver seus filhos terem um outro destino.

Sua mãe nunca perdeu a fé em seu filho. Ela insistiu para que ele seguisse as oportunidades que ela nunca teve, ajudou-o a expandir sua imaginação, sua inteligência e, acima de tudo, sua crença em si mesmo.

Essa fé seria seu dom – a essência que o levaria a perseguir seu sonho de tornar-se um dos mais importantes neurocirurgiões do mundo.

Quando sua mãe é chamada à escola por um desentendimento de Ben com outro aluno, o diretor mostra o Boletim de seu filho a ela, que  se vê preocupada com o baixo rendimento dele. Sem desanimar, ela tenta descobrir o que o atrapalha.

Primeiramente descobre que seu filho precisa de óculos de leitura. Seguido disto começa a cobrar de seus filhos (Ben e seu irmão) que eles estudem e corram atrás do que desejam, em vez de só ficarem sentados esperando que as coisas “caíam do céu”.

Começa a incentivar Ben a descobrir seu potencial. Ele começa a melhorar e ser reconhecido na escola.  Cresce e entra em umas das faculdades mais prestigiadas dos Estados Unidos.

A história desse médico adventista é realmente inspiradora, Ben Carson superou sua juventude problemática, com uma carreira de sucesso, ele entrou para a história da medicina ao tentar um novo método em uma cirurgia de separação de gêmeos siameses.

Em 1987, o Dr. Carson alcançou renome mundial por seu desempenho na bem-sucedida separação de dois gêmeos siameses, unidos pela parte posterior da cabeça, uma operação complexa e delicada que exigiu cinco meses de preparativos e vinte e duas horas de cirurgia.

Com um time de mais de 70 profissionais, em uma cirurgia de 22 horas, Dr. Carson conseguiu realizar com sucesso a operação, que serviu como base para outros casos.

Ben nos mostra o que o apoio e a força de vontade podem fazer. Mesmo sendo discriminado várias vezes em sua vida, ele, através do apoio de sua mãe, acredita em seu potencial e corre atrás do seu sonho.
Sua história, profundamente humana, descreve o papel vital que a mãe, uma senhora de pouca cultura, mas muito inteligente, desempenhou na metamorfose do filho, de menino de rua a um dos mais respeitados neurocirurgiões do mundo.
  • https://pt.wikipedia.org/wiki/Ben_Carson

quarta-feira, 20 de julho de 2016

PREGUIÇA - TODOS POSSUEM O DIREITO A ELA ---

  • Sr. Thiers, no seio Comissão sobre a Instrução Primária de l849, dizia: "Quero tornar a influência do clero todo-poderosa, porque conto com ele para propagar esta boa filosofia que ensina ao homem que ele veio ao mundo para sofrer e não aquela outra filosofia que, pelo contrário, diz ao homem: goza." O Sr. Thiers formulava a moral da classe burguesa cujo egoísmo feroz e inteligência estreita encarnou.       A burguesia, quando lutava contra a nobreza, apoiada pelo clero, arvorou o livre exame e o ateísmo; mas, triunfante, mudou de tom e de comportamento e hoje conta apoiar na religião a sua supremacia econômica e política. Nos séculos XV e XVI, tinha alegremente retomado a tradição pagã e glorificava a carne e suas paixões, que eram reprovadas pelo cristianismo; atualmente, cumulada de bens e de prazeres, renega os ensinamentos dos seus pensadores, os Rabelais, os Diderot, e prega a abstinência aos assalariados. A moral capitalista, lamentável paródia da moral cristã, fulmina com o anátema o corpo trabalhador; toma como ideal reduzir o produtor ao mínimo mais restrito de necessidades, suprimir as suas alegrias e as suas paixões e condená-lo ao papel de máquina entregando trabalho sem tréguas nem piedade.
  • O DIREITO À PREGUIÇA - Paul Lafargue

  • Cristo pregou a preguiça no sermão da montanha:       
"Contemplai o crescimento dos lírios dos campos, eles não trabalham nem fiam e, todavia, digo-vos, Salomão, em toda a sua glória, não se vestiu com maior brilho"

“Uma estranha loucura está possuindo as classes operárias das nações em que reina a civilização capitalista. Essa loucura arrasta na sua esteira misérias individuais e sociais que, há séculos, estão torturando  a triste humanidade. Essa loucura é o amor ao trabalho, a paixão furiosa pelo trabalho, levada ao esgotamento das forças vitais do indivíduo e se sua prole.” Esta obra é um manifesto de celebração ao ócio. Publicado em 1855, O direito à preguiça – esse texto irreverente e polêmico – enaltece as virtudes do pecado capital e denuncia a degradação física e intelectual causada pelo trabalho.

A miséria crescente do proletariado pós-revolução Industrial deu combustível às críticas de Lafargue. Segundo o autor, princípios teológicos e positivistas foram apropriados pelo capital emergente para convencer as massas sobre a justiça de se trabalhar mais e melhor sem a contrapartida de um salário maior.

Mas até mesmo o Deus cristão foi descansar eternamente no sétimo dia, alerta O direito à preguiça.

Esta obra é um retrato pitoresco de um momento delicado do capitalismo: a emergência das teorias críticas ao sistema diante de sua aparente incapacidade de responder aos novos problemas sociais que surgiam no alvorecer do século XX.

  • Para os que têm preguiça de comprar, mas não têm preguiça de evoluir, crescer e semear cultura:
  • O DIREITO A PREGUIÇA - Paul Lafargue
  • O ócio criativo - Domenico de Masi

domingo, 26 de junho de 2016

FILMES - FÉRIAS DA MINHA VIDA ...

  • AS FÉRIAS DA MINHA VIDA
  • Sinopse

Georgia Byrd (Queen Latifah) é uma vendedora simples e uma mulher bastante tímida que, após ser diagnosticada como portadora de uma doença terminal, decide mudar radicalmente de vida. Após fazer uma revolução em seu guarda-roupa, ela decide partir para a Europa para curtir ao máximo o período que ainda lhe resta de vida.

O filme mostra o quanto devemos valorizar a vida e o quanto ela é curta e preciosa.

Georgia sempre teve o grande sonho de ser alguém! Isso para muitas pessoas que tem dinheiro é um mísero detalhe, mas para ela não!

Ela tinha um livro de possibilidades e em cima deste livro ela construiu toda sua vida, em cima de um sonho de possibilidades.

Quando se vê a beira da morte Georgia decide que é hora de alçar voo e perder todo o medo que tinha.

Georgia, mostrou para todos e principalmente para ela que a vida não é só possibilidades, basta querermos para sermos alguém. Ser alguém só depende de nós, da nossa força de vontade, do nosso caráter.

Georgia fez em semanas o que planejou a vida toda, simplesmente porque a vontade de ser considerável para a sociedade era maior.

De que adianta viver nesse mundo de loucos se quando morrermos não faremos falta?

De que adianta sonharmos se a vida é tão curta e imprevisível?

Eu gosto deste filme porque ele traz uma mensagem importante sobre a vida, com uma pitada diferente de comédia e drama!

As férias da minha Vida, é um filme que deve ser visto pelo menos umas quatro vezes na vida, para entendermos o seu verdadeiro significado.

E o quanto ela fará falta quando se for…
  • Sempre assisto (denovo) =) Porque vale a pena.

AS FÉRIAS DA MINHA VIDA  1_5
https://app.box.com/s/7a58j63vh1ixxc9kh8o44etcq7ptpr34

 
AS FÉRIAS DA MINHA VIDA  2_5
https://app.box.com/s/gtnncixyimxwsdzkwuwrhi83ebtnbhne

 
AS FÉRIAS DA MINHA VIDA  3_5
https://app.box.com/s/fhtgbjhs6sqg8xc9669o68uethaw4d8z


AS FÉRIAS DA MINHA VIDA  4_5
https://app.box.com/s/yv5b7f2c151z9ikh31cj4khmh96h6k46


AS FÉRIAS DA MINHA VIDA  5_5
https://app.box.com/s/rrvaa3xhof9xynm2e3sm7ffinm8gzhd1

sexta-feira, 15 de abril de 2016

TV DO BEM BOM - Motivos do sucesso de "Êta Mundo Bom"


  • O crítico Mauricio Stycer comenta as 10 razões para o grande sucesso da novela "Êta Mundo Bom; assista para curtir!



“Eta Mundo Bom”, está caminhando a todo vapor nos estúdios da Globo. 

A nova novela de Walcyr Carrasco está marcando o seu retorno ao horário depois de mais de dez anos.
 

Já não era sem tempo, pois ninguém aguenta mais as barbaridades da vida, seja ela virtual ou real.
 

Walcyr Carrasco, este grande novelista, já escreveu tramas de sucesso no início da década de 2000, como “O Cravo e a Rosa” (2001), “Chocolate com Pimenta” (2003) e “Alma Gêmea” (2005). Ambas obtiveram grande repercussão e são lembradas até hoje.
 

Mas "Êta Mundo Bom", realmente, essa novela nos leva a pureza e a ingenuidade, acima de tudo mostrando que a inocência sempre foi e ainda é a melhor coisa para um mundo que valha a pena ser vivido, isento de estresses e maldades, peculiares das grandes cidades, mas que, devido a intensa disseminação virtual dos atuais noticiários televisivos, espalharam, ensinando como o mal é praticado e vale a pena, devido a impunidade, principalmente para os menos afortunados de Q.I., contaminando, assim, os rincões mais longínquos deste nosso país, outrora bem educado e ordeiro.
 

É uma lástima que não exista outra forma das tvs sobreviverem com mais dignidade, bonificando-nos com a merecida, escassa e tão almejada paz.





  • Êta Burro bom
Sérgio Guizé, o Candinho de “Êta Mundo Bom!”, está adorando contracenar com o burro Policarpo: todos os dias ele leva uma maçã para o bicho comer. Aliás, de burro o animal não tem nada: para bater com uma das patas no chão em cena, ele fica de olho em uma cenoura que recebe depois. Policarpo chama-se Juca, tem sete anos e fez teste para ganhar o papel. Tem até duas burras, Madonna e Morena, para a vaga dele, como dublês...
 

Burro de ‘Êta mundo bom!’ era puxador de carroça e hoje é xodó do elenco: ‘Trago maçã, porque ele ama!’, diz Sergio Guizé
Nem todo burro é ignorante. Intérprete de Policarpo em “Êta mundo bom!”, Juca, de 7 anos, é esperto toda vida. Comilão, o animal só obedece às ordens de bater com uma das patas no chão — como precisa fazer em determinadas cenas da novela — apenas se for presenteado com uma cenoura logo depois. O bichinho é inteligente. Utilizado como carregador de carroça até alcançar o recente estrelato, o mamífero carioca sabe, agora, como evitar dar com os burros n’água. Nas gravações, ele é mimado por todo o elenco.
 

— Já somos grandes amigos! — brinca Sergio Guizé, o protagonista Candinho da trama, que tem o animal como parceiro inseparável: — Às vezes, trago maçã, porque ele também ama! Fora a cenoura, que dou a todo momento. Juca merece. Ele é muito doce e talentoso.
 

Selecionado num teste com outros concorrentes, o ator-burro precisou de um mês de preparação para se acostumar às câmeras e holofotes. No início, empacava no caminho com muita frequência.
 

— Ele era desconfiado, e eu também acabava empacando — entrega Guizé, rindo: — Depois, nossa relação foi ficando cada vez mais próxima. Aí, o Jorge Fernando (diretor) começou a aproveitar todos os nossos imprevistos, nos deixando mais à vontade. Hoje, o Juca reconhece a minha voz e tudo flui muito bem.
 

Criado num rancho em Sepetiba, na Zona Oeste — e descoberto pela empresa Bichos Artistas —, a estrela-prodígio ainda nem precisou ser substituída por uma de suas dublês, as colegas Madonna e Morena, duas burras que estão sempre a postos para qualquer imprevisto. Fenômeno comum em folhetins rurais de Walcyr Carrasco (veja nas fotos abaixo alguns exemplos), o animal assumiu destaque maior do que muitos humanos por aí. Embora o ator em questão não esconda a burrice — algo impossível —, ninguém jamais ousou dar zero para ele.
 

— Depois que ele entendeu a proposta, Juca se enquadrou a tudo — diz a treinadora e veterinária Taila Lemos, que acompanha a atual carreira do novato: — Quando puxava carroça, ele via o ser humano como alguém dominador. Hoje, Juca nos vê como parceiros. Às vezes, ele até passa do ponto e acha que é amigo demais. Assim que viu que a vida nova se resumia a comer cenoura e ficar quieto para a câmera, ele passou a curtir mais o ofício.
Para mim "Êta mundo bom" é a melhor novela da atualidade! Parabéns aos autores e atores.
 

Já que nosso país já piorou desse tanto, resta-nos indagar ao professor, filósofo, Pancrácio: - quando será que vai melhorar?



sábado, 5 de março de 2016

SUSTENTABILIDADE - A Era da Estupidez

 
  • Para qualquer pessoa que se preocupe com o estado de nosso planeta, este é um filme obrigatório. A diretora é a ex-baterista de rock e cineasta autoditada Franny Armstrong. 

Misto de documentário, ficção e animação, ele conta uma história estarrecedora: a da destruição da Terra, causada pela insensatez da humanidade

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Pensamento só - É doce fingir-se no escuro, sabendo que existe a luz


 
  • A Luz de Tieta - Caetano Veloso

Todo o dia é o mesmo dia
A vida é tão tacanha
Nada novo sob o sol
Tem que se esconder no escuro
Quem na luz se banha
Por debaixo do lençol

Nessa terra a dor é grande
E a ambição pequena
Carnaval e futebol
Quem não finge
Quem não mente
Quem mais goza e pena
É que serve de farol

Existe alguém em nós
Em muito dentre nós esse alguém
Que brilha mais do que milhões de sóis
E que a escuridão conhece também
Existe alguém aqui
Fundo no fundo de você de mim
Que grita para quem quiser ouvir
Quando canta assim:

Toda a noite é a mesma noite
A vida é tão estreita
Nada de novo ao luar
Todo mundo quer saber
Com quem você se deita
Nada pode prosperar
É domingo, é fevereiro
É sete de setembro
Futebol e carnaval
Nada muda, é tudo escuro
E até onde eu me lembro
Uma dor que é sem igual

Existe alguém em nós
Em muito dentre nós esse alguém
Que brilha mais do que milhões de sóis
E que a escuridão conhece também
Existe alguém aqui
Fundo no fundo de você de mim
Que grita para quem quiser ouvir
Quando canta assim:

Eta, Eta, Eta, Eta,
É a lua, é o sol é a luz de Tieta
Eta, Eta

domingo, 17 de janeiro de 2016

Amor no futuro que já é presente

  • Hora da colheita

Novela - Final de ‘Além do Tempo’ - Hora da... por pietro-carvalho
  •  Hora da colheita
Fica permitido aos novos tempos dizer te amo, te amo, te amo

Fica estabelecida uma nova lei, a lei do Amor

Fica permitido conhecer a verdade da vida
com a ausência da morte e a eternidade da alma

Fica permitido dizer obrigado, por favor, com licença
Fica permitido entender que me amo é um estágio da evolução
e, principalmente, fica totalmente permitido perdoar e se perdoar

Fica permitido poupar água, partilhar comida,
cuidar dos enfermos, do corpo físico e espiritual

Fica permitido a presença dos iluminados, levando luz e amor
nos hospitais, nas escolas e nos centros de recuperação física e espiritual

Ficam permitidos o bem, a paz, a compaixão e a caridade
e revogam-se todas as permissões em contrário.

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

ZUMBI TINHA ESCRAVOS - Escravidão nos Quilombos

  • Zumbi dos Palmares é o ícone de resistência e liberdade mais reverberado na história do Brasil. 
Os livros tradicionais, utilizados na escola e até mesmo a cultura passada de pai para filho, colocam Zumbi como um revolucionário que lutava pelo fim da escravidão.
Além disso, prega-se que os quilombos eram sociedades igualitárias. Porém, uma corrente de pesquisadores que inclui Ronaldo Vainfas, professor da Universidade Federal Fluminense e autor do “Dicionário do Brasil Colonial”, e Leandro Narloch, jornalista e autor do “Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil” contestam esta versão purista pregada há muito tempo no Brasil.
De acordo com os estudos destes pesquisadores, novas interpretações sobre Zumbi e os quilombos constatam que em Palmares havia uma hierarquia entre os integrantes que dividia os negros em servos e reis, sistema que já era adotado na África pelo mesmo povo. O próprio Zumbi era um chefe e tinha seus escravos, além da história de ele ter sido criado por um padre e saber latim não ter nenhum documento histórico de comprovação. Fora isso, Zumbi teria rompido um acordo com Portugal e antecipado a destruição de Palmares.
De acordo com Ronaldo Vainfas, "É uma mistificação dizer que havia igualdade em Palmares", afirma o historiador. Ele ainda diz que Zumbi e os grandes generais do quilombo lutavam contra a escravidão de si próprios, mas também possuíam escravos. No século XVII, época em que os ideais de liberdade e igualdade ainda não haviam sido consolidados na Europa, não seria possível que, entre os negros, tais conceitos fossem a força e ideal da formação dos quilombos e das atividades de Zumbi.
Após os árabes conquistarem o norte africano, os próprios negros vendiam negros nas caravanas que cortavam o Saara. O jornalista Leandro Narloch cita o caso de um escravo brasileiro que, após conseguir sua libertação pela Lei Áurea, virou traficante de escravos da África para o Brasil e esta era a forma como se sustentava. Narloch ainda mostra diversas facetas dos quilombos, mostra a falsificação histórica da vida de Zumbi, que o fez se tornar num mito nacional da cultura negra, entre outras supostas verdades históricas.
Zumbi, o maior herói negro do Brasil, o homem em cuja data de morte se comemora em muitas cidades do país o Dia da Consciência Negra, mandava capturar escravos de fazendas vizinhas para que eles trabalhassem forçados no Quilombo dos Palmares. Também sequestrava mulheres, raras nas primeiras décadas do Brasil, e executava aqueles que quisessem fugir do quilombo. Essa informação parece ofender algumas pessoas hoje em dia, a ponto de preferirem omiti-la ou censurá-la, mas na verdade trata-se de um dado óbvio. É claro que Zumbi tinha escravos. Sabe-se muito pouco sobre ele - cogita-se até que o nome mais correto seja Zambi -, mas é certo que viveu no século 17. E quem viveu próximo do poder no século 17 tinha escravos, sobretudo quem liderava algum povo de influência africana. Desde a Antiguidade, os humanos guerrearam, conquistaram escravos e muitas vezes venderam os que sobravam. Até o século 19, em Angola e no Congo, de onde veio a maior parte dos africanos que povoaram Palmares, os sobás se valiam de escravos na corte e invadiam povoados vizinhos para capturar gente. O sistema escravocrata só começou a ruir quando o Iluminismo ganhou força na Europa e nos Estados Unidos. Com base na ideia de que todos as pessoas merecem direitos iguais, surgiu a Declaração dos Direitos da Virgínia, de 1776, e os primeiros protestos populares contra a escravidão, na Inglaterra. Os abolicionistas apareceram um século depois de Zumbi e a 7 mil quilômetros da região onde o Quilombo dos Palmares foi construído.É difícil acreditar que, no meio das matas de Alagoas, Zumbi tenha se adiantado ao espírito humanista europeu ou previsto os ideais de liberdade, igualdade e fraternidade da Revolução Francesa. É ainda mais difícil quando consultamos os poucos relatos de testemunhas que conheceram Palmares. Elas indicam o esperado: o quilombo se parecia com um povoado africano, com hierarquia rígida entre reis e servos. Os moradores chamavam o lugar de Ngola Janga, em referência aos reinos que já existiam na região do Congo e de Angola. Significa ”novo reino” ou ”novo sobado”. Ganga Zumba, tio de Zumbi e o primeiro líder do maior quilombo do Brasil, provavelmente descendia de imbangalas, os ”senhores da guerra” da África Centro-Ocidental. Os imbangalas viviam de um modo similar ao dos moradores do Quilombo dos Palmares. Guerreiros temidos, eles habitavam vilarejos fortificados, de onde partiam para saques e sequestros dos camponeses de regiões próximas. Durante o ataque a comunidades vizinhas, recrutavam garotos, que depois transformariam em guerreiros, e adultos para trocar por ferramentas e armas com os europeus. Algumas mulheres conquistadas ficavam entre os guerreiros como esposas. ”As práticas dos imbangalas tinham o propósito de aterrorizar a população em geral e de encorajar as habilidades marciais - bravura na guerra, lealdade total ao líder militar e desprezo pelas relações de parentesco”, afirma o historiador Americano Paul Lovejoy. ”Essas práticas incluíam a morte de escravos antes da batalha, canibalismo e infanticídio.” Tanta dedicação a guerras e sequestros fez dos imbangalas grandes fornecedores de escravos para a América. Lovejoy estima que três quartos dos cerca de 1,7 milhão de escravos embarcados entre 1500 e 1700 vieram da África Centro-Ocidental, sobretudo do sul do Congo. Como a aliança com os portugueses às vezes se quebrava, os guerreiros também acabavam sendo escravizados. Provavelmente foi assim que os pais ou avôs de Zumbi chegaram ao Brasil. Entre os soldados que lutaram para derrubar o Quilombo de Palmares, o que mais impressionava, além da força militar dos quilombolas, era o modo como eles se organizavam politicamente. Segundo o relato do capitão holandês João Blaer, que lutou contra o quilombo em 1645, todos os quilombolas eram [...] obedientes a um que se chama o Ganga Zumba, que quer dizer Senhor Grande; a este têm por seu rei e senhor todos os mais, assim naturais dos Palmares como vindos de fora; tem palácio, casas de sua família, é assistido de guardas e oficiais que costumam ter as casas reais. É tratado com todos os respeitos de rei e com todas as honras de senhor. Os que chegam à sua presença põem os joelhos no chão e batem palmas das mãos em sinal de reconhecimento e protestação de sua excelência; falam-lhe ”majestade”, obedecem-lhe por admiração. Não há relatos de que os moradores de Palmares cometessem infanticídio ou canibalismo, mas diversos falam de ataques a camponeses, sequestros de homens e mulheres e ainda de vilarejos fortificados. Para obter escravos, os quilombolas faziam pequenos ataques a povoados próximos. ”Os escravos que, por sua própria indústria e valor, conseguiam chegar aos Palmares, eram considerados livres, mas os escravos raptados ou trazidos à força das vilas vizinhas continuavam escravos”, afirma Edison Carneiro no livro O Quilombo dos Palmares, de 1947. No quilombo, os moradores deveriam ter mais liberdade que fora dele. Mas a escolha em viver ali deveria ser um caminho sem volta, o que lembra a máfia hoje em dia. ”Quando alguns negros fugiam, mandava-lhes crioulos no encalço e uma vez pegados, eram mortos, de sorte que entre eles reinava o temor”, afirma o capitão João Blaer. ”Consta mesmo que os palmaristas cobravam tributos - em mantimentos, dinheiro e armas - dos moradores das vilas e povoados. Quem não colaborasse poderia ver suas propriedades saqueadas, seus canaviais e plantações incendiados e seus escravos sequestrados”, afirma o historiador Flávio Gomes no livro Palmares. Não dá para ter certeza de que a vida no quilombo era assim mesmo, mas os vestígios e o pensamento da época levam a crer que sim. Apesar disso, Zumbi ganhou (um retrato muito diferente por historiadores marxistas das décadas de 1950 a 1980. Décio Freitas, Joel Rufino dos Santos e Clóvis Moura fizeram do líder negro do século 17 um representante comunista que dirigia uma sociedade igualitária. Para eles, enquanto fora do quilombo predominava a monocultura de cana-de-açúcar para exportação, faltava comida e havia classes sociais oprimidas e opressoras (tudo de ruim), em Palmares não existiam desníveis sociais, plantavam-se alimentos diversos e por isso havia abundância de comida (tudo de bom). ”Nesta bibliografia de viés marxista há um esforço em caracterizar Palmares como a primeira luta de classes na História do Brasil”, afirma a historiadora Andressa Barbosa dos Reis em um estudo de 2004. A imaginação sobre Zumbi foi mais criativa na obra do jornalista gaúcho Décio Freitas, amigo de Leonel Brizola e do ex-presidente João Goulart. No livro Palmares: A Guerra dos Escravos, Décio afirma ter encontrado cartas mostrando que o herói cresceu num convento de Alagoas, onde recebeu o nome de Francisco e aprendeu a falar latim e português. Aos 15 anos, Atendendo ao chamado do seu povo, teria partido para o quilombo. As cartas sobre a infância de Zumbi teriam sido enviadas pelo padre Antônio Melo, da vila alagoana de Porto Calvo, para um padre de Portugal, onde Décio as teria encontrado. Ele nunca mostrou as mensagens para os historiadores que insistiram em ver o material. A mesma suspeita recai sobre outro livro seu, O Maior Crime da Terra. O historiador Cláudio Pereira Elmir procurou por cinco anos algum vestígio dos registros policiais que Décio cita. Não encontrou nenhum. ”Tenho razões para acreditar que ele inventou as fontes e que pode ter feito o mesmo em outras obras”, disse-me Cláudio no fim de 2008. O nome de Francisco, pura cascata de Décio Freitas, consta até hoje no Livro dos Heróis da Pátria da Presidência da República. Também se deve à historiografia marxista o fato de Zumbi ser muito mais importante hoje em dia do que Ganga Zumba, seu antecessor. Enquanto o primeiro ficou para a história como herói da resistência do quilombo, seu tio faz o papel de traidor. Essa fama se deve ao acordo de paz que fez com os portugueses em 1678. Ganga Zumba, recebido em Recife quase como chefe de Estado, prometeu ao governador de Pernambuco mudar o quilombo para um lugar mais distante e devolver os moradores que não tivessem nascido em Palmares. Em troca, os portugueses se comprometeriam a deixar de atacar o grupo. Os historiadores marxistas acharam a promessa de entregar os negros uma traição, que Zumbi teria se recusado a levar adiante. ”A ele [Zumbi] foram associados os valores da guerra, da coragem, do destemor e principalmente a postura de resistir continuamente às forças coloniais”, conta a historiadora Andressa dos Reis. ”Esta visão de Freitas foi a imagem do Quilombo e de Zumbi que se cristalizou nas décadas de 1980 e 1990.” Os poucos documentos do período não são o bastante para dizer que Zumbi agiu diferente de Ganga Zumba e foi mesmo contra o acordo de paz. Se foi, pode ter agido contra o próprio quilombo, provocando sua destruição. Acordos entre comunidades negras e os europeus eram comuns na América Latina - e nem sempre os quilombolas cumpriram a promessa de devolver escravos. No Suriname, o quilombo dos negros chamados saramacás respeitou o acordo de paz com os holandeses. Esse grupo, que o historiador Americano Richard Price considera a ”experiência mais extraordinária de quilombos no Novo Mundo”, conseguiu manter o povoado protegido dos ataques europeus. Tem hoje 55 mil habitantes. Em 1685, na tentativa de fazer um acordo de paz com o quilombo, o rei de Portugal mandou uma mensagem carinhosa para Zumbi. Um trecho: ”Convido-vos a assistir em qualquer estância que vos convier, com vossa mulher e vossos filhos, e todos os vossos capitães, livres de qualquer cativeiro ou sujeição, como meus leais e fiéis súditos, sob minha real proteção”. Hoje em dia relacionamos negros e escravos porque a escravidão africana foi a última. Essa relação tem uma história muito recente. Houve um tempo em que escravos lembravam brancos de olhos de azuis.